sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Música (realmente) popular brasileira
Mas então. Isso tudo vocês já sabiam. Mas talvez não conheçam essa grande novidade (pra mim, pelo menos): o arrocha sertanejo!
Esses são a dupla Edu e Maraial, cantando Bandido do Amor, em Recife-PE.
Desculpem a má qualidade da imagem, mas foi o melhor áudio que encontrei. Além do mais, ainda dá pra vocês verem como é que se dança.
domingo, 19 de dezembro de 2010
TÔ DE FÉRIAS!!
Até fevereiro:
- só canto no chuveiro;
- só toco violão;
- só componho bobagens despretensiosas;
- leio e assisto filmes;
- faço exercício todo dia;
- durmo até as 8h da manhã...
...enfim, sou um ser humano normal. :)
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Da ofensa do fim e do elogio do início
- Todos que estão aqui [no curso] estão num nível ótimo para começar.
Eu entendi o que ele quis dizer. A música é um mundo enorme. O palco, o mercado de trabalho, a seara musical diária é outra amplidão. Estamos prontos sim. Prontos pra COMEÇAR a viver tudo isso. Eu fiquei feliz dele conseguir ver essa semente em nós, alunos.
Foi o que eu senti ontem no show de Felipe Grimaldi - Babuca: orgulho. Fiquei orgulhosa de ser colega dessa figura. De ter uma aproximação de colega, de pessoa, de ser humano, de coração. Fiquei orgulhosa de entender, ali, assistindo os belos baixos do violão do menino, o que o professor quis dizer. Sim, estamos prontos pra começar. Uau, e que belo começo estamos tendo! Que começo sensível, delicado e musical! Viva!
Saravá, Mestre Aderba foi o nome do show-homenagem que Babuca prestou ao professor Aderbal Duarte, grande violonista baiano, segundo ele mesmo, seguidor da tradição de Baden, e que vem também, por sua vez, fazendo escola. Um violão que cria uma técnica brasileira de tocar, melodioso, percussivo e de harmonia rica. Babuca tocou composições dele e também de Aderbal, além de arranjos do Mestre, com pitadas de introduções e finalizações que ele mesmo, Babuca, criou. Foi lindo, gente! Destaco os arranjos para Triste e Samba Triste, respectivamente de Tom e Baden, e para a composição de Aderbal Flutuando, tão mil vezes tocada pelas jams sessions de Salvador que eu nem sabia que era dele.
Preciso falar das participações especiais, que abrilhantaram muito a noite. Foram muitas, mas eu destacaria o baixo elétrico de Pedro Dias, a flauta de Tito Fukunaga e o sax alto de Joander. Vixe, solos de arrepiar!
Espero que vocês tenham a sorte que Babuca repita esse show ano que vem. Como ele mesmo disse, projeto independente é dose de levar em frente (infeliz rima!).
Hum, estou é muita da chique. Consegui foi uma acessora de imprensa nesse show. Ui! ;)
Beijos!
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Elza

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Nessa cidade todo mundo é de Oxum

domingo, 5 de dezembro de 2010
Post de auto-ajuda
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Correndo
Esta semana que entra é a última. Graças a Deus e aos céus por isso.
Viva minha mãe Oxum e Nossa Senhora da Conceição. (Ai ai ai...)
Beijos.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Avisos

sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Apresentações de dezembro
sábado, 20 de novembro de 2010
Cadillac Records

quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Guias

segunda-feira, 15 de novembro de 2010
:P
Lá no cantinho, à esquerda: Felipe Grimaldi.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Interpretação
domingo, 7 de novembro de 2010
Aula Pública 09-11
Beleza é fundamental?
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Como diria Elis...
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Pela minha lei...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Registro de cabeça
Eu estudei as duas. Então acho que posso falar de cadeira. O canto lírico surgiu numa época em que os cantores tinham que cantar com orquestras em teatros e auditórios para 1.000, 2.000 pessoas. O canto popular é da era pós-microfone, em que você pode até sussurrar e será ouvido. Como se pode dizer que as duas técnicas são iguais? É não conhecer nada de história da música ou mesmo de emissão sonora.
Ambas, claro, usam o mesmo instrumento: o corpo humano. Então ambas se utilizam de um mesmo sistema de musculatura, a saber: músculos laríngeos, cervicais, toráccicos, intercostais, abdominais, diafragmáticos. Uia! Acharam que pra cantar era só abrir a boca? Que nada! Exige muito estudo e dedicação.
Claro, estou falando de um músico profissional, que pretende ter uma vida útil como cantor por pelo menos 30 anos. Se você só canta nas festinhas familiares ou se você é cantor profissional mas não tá nem aí se estragar sua voz, porque um dia vai trabalhar com outra coisa...então tudo bem, abre a boca, regula a afinação e vai. Mas se você pretende ter qualidade sonora e, ainda assim, não estragar seu aparelho vocal...é bom procurar um professor de canto (eu dou aula!).
Bom...ainda vou falar muuuuuuuito sobre tudo isso, mas hoje o que quero falar é o seguinte: por questões que eu considero históricas, raciais e culturais, o canto lírico sempre valorizou mais os agudos. Minha voz sempre foi mais aguda, então todos achavam lindo e eu trabalhava bastante esses agudos, alcançando notas como fá e sol 4, por exemplo. Não sou nenhuma sopraníssima mas, para a média da população, são notas altas.
Estudando a técnica de canto popular, que não se utiliza desse tipo de classificação vocal, mas pretende aproveitar (e, quem sabe, extender) a extensão natural da voz do cantor, fui trabalhando também os graves e hoje posso dizer com orgulho que consigo emitir belos graves. Novamente, não sou nenhuma contraltíssima, mas...chego ao mi e as vezes ao ré 2. (Engraçado que meus agudos também se extenderam ao trabalhar os graves (cuma?! hihih, outro dia explico), e hoje chego ao si4.)
Ok, bacana. Mas aí tem a coisa do registro. Sendo considerada soprano no canto lírico, eu sempre me utilizei do registro que a gente chama "de cabeça", que é um registro mais agudo e mais leve. Trabalhando os graves, aprendi a usar mais o registro "de peito", mais pesado e grave. No popular, a gente trabalha muito com o que chamamos de "voz mista", que é algo que não tem muito no lírico (eu, pelo menos, nunca trabalhei), então é algo novo pra mim e não tenho lá muita facilidade. Pense que é como se existisse um continuum de vibração da voz no seu corpo, e uma nota grave vai começar lá na caixa dos peitos (hihihi) e uma muito aguda vai terminar lá no cucuruto da cabeça. Pra você fazer o som viajar por todo esse percurso, você vai mudando a voz de lugar. É mais ou menos o que a gente chama de registro.
No lírico esses registros são mais estanques. Quer dizer, se você é soprano, provavelmente vai trabalhar muito (e, possivelmente, apenas) o registro de cabeça; se você é contralto, o de peito. E isso vale para os meninos também, tenores, baixos e toda a variação de coisas que existe entre um e outro.
No popular não, você vai brincar com todos esses registros, passando o som de lá pra cá e de cá pra lá, a depender da extensão da música e mesmo da interpretação que você queira dar a ela. Então, digamos que estou aprendendo a brincar com a minha voz, de lá pra cá.
Já estou bem melhor hoje. Antes era horrível, você ouvia a diferença quando eu mudava de um registro pra outro. Hoje as vezes se ouve, as vezes não. Mas estou melhorando nisso aí.
A questão é que fiquei tão dedicada, gostei tanto dos graves, estou procurando sentir tanto a voz mista que...deixei a voz de cabeça de lado e, como minha professora disse, criei uma resistência à voz de cabeça, ao ponto de que agora eu ando desafinando! Mas veja só que absurdo!

E aí...mesmo assunto do post passado...comecei a sofrer com isso. Sofrer porque ia cantar. Porque talvez não conseguisse a voz mista; talvez desafinasse; talvez me preocupasse tanto com a técnica que a interpretação fosse embora; talvez, talvez, talvez...ARGH!!
Ontem teve ensaio pra apresentação do dia 09 (vão!) e aconteceu tudo isso. Aí eu cheguei em casa e pensei que eu já decidi parar de sofrer, então vou parar de sofrer com isso também. Ora, cantar é pra ser uma coisa divertida e deliciosa, e eu perdendo tempo querendo "fazer direito"? Me poupe!
Peguei as músicas da apresentação e cantei tudo de novo. Meus vizinhos são ótimos, eu fico lá emitindo meus agudos 23h30 da noite e ninguém fala nada. E aí eu usei voz de cabeça, voz de peito, voz de tornozelo e de cotovelo à vontade (risos). E as músicas ficaram lindas! Muito mais verdadeiras e com a minha cara.
Vou continuar treinando. Espero conseguir fazer isso no palco também pra vocês verem o resultado. Delícia de minha vida que é cantar! Vão me ver!!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Apenas a próxima nota
Borboleta pequenina que vem para nos saudar
venha ver quanta alegria que hoje é noite de natal

segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Academia da Música

domingo, 24 de outubro de 2010
Percepção

sábado, 23 de outubro de 2010
Re-começando
Depois de pedir a mil pessoas - entre webdesigners autônomos e empresas para fazer meu site, eis que eu mesma, na minha santa ignorância internáutica e com a ajuda de meus orixás, resolvi bulir eu mesma nessa coisa e fazer uma espécie de página para mim. Os recursos dos blogs andam muito avançados e eu penso que, até uma criatura inábil como eu, vá conseguir, de alguma forma, deixar meus fãs e leitores a par do que anda me acontecendo (e do que acontecerá).
Vou continuar tentando fazer isso virar um site respeitável mas...talvez com menos agonia e pressa. Há meses não posto, não conto o que há de novo, não falo de um showzinho e isso está me incomodando muito. Então...fiz esse aí.
Por enquanto estou só mexendo nas opções de configuração e design do blog. Quem quiser ir dando opinião...vá me ajudando aí. Hoje não quero falar nada em especial. Quem sabe amanhã.
Ufa! Bom estar de volta!
